BOCHA PARALÍMPICA

Jogadores

2,4 ou 6

Provas

Individual, em duplas ou por equipes

Objetivo

Lançar as suas bolas coloridas o mais perto possível da bola branca

Classes

BC1, BC2, BC3 e BC4

Sets / Parciais

4 ou 6

Tempo

BC1 - 5 min/parcial

BC2 e BC4- 4 min/parcial

BC3 - 6 min/parcial

Equipe - 6 min/parcial
Par bc3 - 7 min/parcial
Par bc4 - 5 min/parcial

Deficiencias

Elevado grau de paralisia cerebral ou deficiências severas

Início da modalidade na ADFP

1995

Nº atual de paratletas na ADFP

19

Técnico

Darlan França Ciesielski Jr

Local de treino

DEF - Departamento de Educação Física

UFPR - Campus Jardim Botânico

Dias de treinamento

Segunda, quartas e sextas

13hs - 17hs

Sábados

9hs - 13hs

História

 

Praticada por atletas com elevado grau de paralisia cerebral ou deficiências severas, a bocha paralímpica só apareceu no Brasil na década de 1970. A competição consiste em lançar as bolas coloridas o mais perto possível de uma branca (jack ou bolim). Os atletas ficam sentados em cadeiras de rodas e limitados a um espaço demarcado para fazer os arremessos. É permitido usar as mãos, os pés e instrumentos de auxílio, e contar com ajudantes (calheiros), no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros. 

A modalidade teve um antecessor nos Jogos Paralímpicos: o lawn bowls, uma espécie de bocha jogada na grama. E foi justamente no lawn bowls que o Brasil conquistou sua primeira medalha em Jogos: Róbson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos “Curtinho” foram prata nos Jogos de Toronto, no Canadá, em 1976. Nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, o Brasil encerrou com duas medalhas: um ouro nos pares BC3, com Antonio Leme, Evelyn de Oliveira e Evani Soares, e uma prata nos pares BC4, com Eliseu dos Santos, Dirceu Pinto e Marcelo dos Santos. 

Todos os atletas da bocha competem em cadeira de rodas. Na classificação funcional, eles são divididos em quatro classes, de acordo com o grau da deficiência e da necessidade de auxílio ou não. No caso dos atletas com maior grau de comprometimento, é permitido o uso de uma calha ou rampa para arremessar as bolas em quadra. Os tetraplégicos, por exemplo, que não conseguem movimentar os braços ou as pernas, usam uma ponteira na boca ou um capacete na cabeça com uma ponta para empurrar ou segurar a bola na calha para então ela ser solta. O calheiro é a pessoa que manipula a calha e a posiciona à sua frente para que o atleta empurre a bola e assim efetuar a jogada. Em alguns casos, o calheiro acaba sendo um familiar do atleta, geralmente a mãe ou o pai do atleta.

Patrocinadores e apoiadores

PATROCÍNIO SITE

Publicidade 200x100-01.jpg

PARCEIROS

marca_IR_R_resumida-03.jpg
logo_prefeitura.gif
IMG_3773.JPG
dom_interatico_logo.png

PATROCÍNIO ESPORTIVO

APOIO ESPORTIVO

fas_edited.jpg
Favreto.jpg

APOIO

IMG_6319.jpg
400dpiLogo.jpg
ca332973fc363da77aefed58534dcd5c_XL.jpg
Mili.png
Rio Verde.png
Logo-pequena.jpg

ADFP - Associação dos Deficientes Físicos do Paraná 

Rua XV de novembro, 2765 - Alto da XV - Curitiba / Paraná

Tel: (41) 3264-7234

ADFP 1979 - 2017

Horário de Atendimento:

Segunda a Sexta

8h00 - 17h00